quinta-feira, 4 de abril de 2013

ABUSO SEXUAL DE PAIS E MÃES COM OS FILHOS, TORMENTOS ESPIRITUAIS A SEREM SUPERADOS DURANTE ANOS





Estimados amigos de ideal espírita, amigos de jornada na Terra, temos buscado temas que estão se tornando grandes problemas na sociedade, nos atendimentos fraternos, na sociedade como um todo.
Um destes "assuntos complexos", está a vida sexual, os transtornos, os abusos, que nos últimos 30 anos aumentaram sobretudo em lares, de uma melhor situação financeira, entre o pai e os filhos, e mãe também.

Complicado a aceitação, de que aqueles que vieram para proteger, educar, ensinar, jogam seus dramas de amor, seus traumas de sexo, e de outra vida, em inocentes que depois pagam um preço caro por isto ao longo da vida, mudando não só suas vidas, mas futuramente seus amores, suas amizades, seus valores.



Nesta animação vemos Jesus no seio familiar, porém ele anda longe da maioria, porque falamos da "instituição que mais perdeu com o aumento da sexualidade, e com os eventos de internet á família."

Onde entra a doutrina espírita?, como ela pode ajudar ?
Bem é necessário entender são necessários entendermos o eterno, porque?
Claro que quando falamos de sexo de mãe com filho ou filha, pai, e depois até mesmo com o aval destes, numa vida que será cheia de perseguições, dramas, dores, e altas consequências.

Temos que olhar sempre no MAIOR LIVRO ESPÍRITA DE TODOS OS TEMPOS, O LIVRO DOS ESPÍRITOS, ali teremos explicações para as taras e fraquezas não só da carne, mas do espírito, de homens e mulheres que agem desta forma brutal, na lei dos dois mundos.



Podemos ir a questão 696, da Obra de Kardec, ditada pelos imortais que diz:



 Qual seria o efeito da abolição do casamento sobre a sociedade humana?

Resposta - “O retorno à vida dos animais.”

Comentário de Kardec - A união livre e fortuita dos sexos constitui o estado de natureza. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque ele estabelece a solidariedade fraternal e existe em todos os povos, conquanto em diversas condições. A abolição do casamento seria, pois, o retorno à infância da humanidade e situaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe oferecem o exemplo de uniões perenes.


697 - Pergunta - Acha-se a indissolubilidade absoluta do casamento na lei da natureza ou somente na lei humana?

Resposta - “Trata-se de uma lei humana bastante contrária à lei da natureza. 



Mas os homens podem mudar suas leis: somente as da natureza são imutáveis.”



Na obra o Céu e o Inferno, onde os espíritos tratam estes temas, encontro uma parte para os senhores e as senhores refletirem:


Em “O Céu e o Inferno”, 1a. Parte, Capítulo VII, item "A carne é fraca", lê-se: "(...) Hoje, está plenamente reconhecido pelos filósofos espiritualistas que os órgãos cerebrais correspondentes a diversas aptidões devem o seu desenvolvimento à actividade do espírito.
     Assim, esse desenvolvimento é um efeito e não uma causa. (...)
o        A carne só é fraca porque o espírito é fraco, o que inverte a questão deixando àquele a responsabilidade de todos os seus actos.
o         A carne, destituída de pensamento e vontade, não pode prevalecer jamais sobre o espírito, que é o ser pensante e de vontade própria.
     O espírito é quem dá à carne as qualidades correspondentes ao seu instinto, tal como o artista que imprime à obra material o cunho do seu génio. Libertado dos instintos da bestialidade, elabora um corpo que não é mais um tirano de sua aspiração, para espiritualidade do seu ser, e é quando o homem passa a comer para viver e não mais vive para comer. A responsabilidade moral dos actos da vida fica, portanto, intacta. (...)"



Muitas vezes, num casamento mal formado, ou seja, casamentos feitos para substituir quem de fato estava programado, trazem pessoas pertubadas ao relacionamento.


Podemos estar de frente não para uma reencarnação programada, mas para um crime espiritual, que vai arrastar, sempre mais de quatro pessoas numa família média.

Lembro que espíritos em Guerra consigo mesmo, e agressões e desejos confusos começam a aparecer mediante a fraqueza do espírito, e do caráter, seja do pai e ou da mãe.

Porém em todo abuso sexual, feito por um pai, ou por uma mãe, ou por ambos, sempre existe um conivente, e este se torna tão culpado, quanto o agressor, "doente mental, espiritual."



NEM TODO O QUADRO DE REENCARNAÇÃO FAMILIAR COMO MOSTRA A FOTO É PROGRAMADO, PODE-SE FORMAR UMA FAMÍLIA COM UM INIMIGO DO PASSADO.



Esta afirmação acima explica que, nem sempre trazemos ao seio familiar, de acordo com a Doutrina Espírita, amigos da outra vida, ou familiares queridos.

As vezes na complexa engenharia, fazemos acordos para reencarnar na família, inimigos de outrora, que encarnados, mudam o acordo pelo ódio maior, e passam a ser verdadeiros vilões, em nome do amor dentro da propria família que ajudou a construir.


Muitos casos que hoje correm em processos na vara da família, outros tantos ficam conhecidos quando se trata de pessoa muito pública como foi o caso da família de Bauru, aquele do famoso advogado rico que com apoio da esposa abusava dos filhos.
No entanto 90% dos casos ficam nas paredes da família, até que um dia alguém não suporta mais, e começa a guerra.

Na verdade o chamado "grito do inocentes" pode um dia ir a juízo, ou a público na família, ou se tornar no pior inimigo, quando o filho e ou a filha abusada, passam a torturar o agressor, com sua culpa impedindo sua reforma, em nome do ódio formado, e isto acontece porque no passado quando dos fatos, houve omissão, silêncio, em nome das culpas.

Neste lar, nunca haverá amor, sempre armadilhas porque o sistema é de culpa e acusação, e ataque seja ele silencioso ou não, e com isto pensamentos, que levam espíritos do passado ao ambiente, trazendo depois de passado o período do abuso, tormentos, doenças, cancer, coisas horríveis.

Eu venho fazendo pesquisas sobre este assunto a mais de 6 anos, na verdade, trocando informações, a partir de um caso em especial que a mim me chocou muito a época.

Convenci quatro pessoas, dois homens e duas mulheres que foram vítimas de abuso sexual, ou do pai ou da mãe, na faixa entre três e 11 anos de idade, a me darem uma entrevista pessoal, e passar aos senhores dados, e as senhoras também.]

A pouco citei culpado e cúmplice  mas existem casos, que o medo impede a denúncia, medo de morte violenta, e da sociedade, aqui ao trazer estes casos é necessário que todos que nos acompanhem vejam os dramas.

O tema é difícil porém necessário, para que todos saibam o que fazer, já que aos culpados, está destinado um complexo julgamento no plano espiritual, como já afirmei acima.
Aos atingidos, existe uma história de resgaste, recomposição e justiça, e aos terceiros que dentro do seio familiar são atingidos por tão bruta e criminosa ação, uma visão de como analisar e o que fazer.

COMO QUERO que formem a mesma linha de pensamento das pesquisas realizadas preciso dizer que consultei também o livro abaixo citado:


 Chico Xavier, Vida e sexo, de 1970 da FEB, e logo no começo encontramos esta anotação:

"Que os problemas do sexo agitam atualmente vastos setores da vida humana, é incontestável. De que forma, porém, as teses do sexo são tratadas do  Plano Espiritual para o Plano Terrestre? "




Num lar em especial, que é formado sem o amor, do marido pela esposa, que é formado, por atrações físicas, interesses de moradia comum, alguém aceita alguém, e que gerou traumas antes de sua formação.
Logo um pai que se declara incapaz antes de ter os filhos de se-lo, sabe os fantasmas de seus pensamentos, os problemas que o cercam, assim como uma mãe, e  sejam eles de ordem  sentimental e ou sexual, é um lar que tem grandes chances de vir a ter um abuso sexual em cima de um filho ou de uma filha, vindo diretamente dos pais.

Fora a questão espiritual, existem pessoas sem noção, que vivem com magoas que pensam somente em si mesmas, que se amam mais do que a qualquer outra pessoa, e que só olham seus desejos, o que faz com que cometa crimes digamos assim, para se compensar do que acha que lhe foi tirado.

Pensamentos errados, levam a esta pessoa espíritos pesados, vingativos, e as consequencias são as piores como se vê nas histórias abaixo relatada:

Caso 1:

O primeiro depoimento resume uma mulher que aos 40 anos de idade, 20 anos de casamento, em alto pânico já a cerca de 10 anos, se preocupava com as tendências de seu filho, porém na infância deste, sempre calou quando o pai, nos sábados ou domingo a tarde, exigia ficar sozinho com o menino, ou o levava a passeios longos, sem a presença da senhora mãe.
Com o tempo esta senhora, descobriu que o pai tinha amizades com pessoas do mesmo sexo, que tinham desejos altamente proibitivos, a normalidade.

Mesmo assim continuou casada com o companheiro, e mesmo com evidências claras que o pai, abusava do filho, com medo da sociedade se calou.
O que foi pior que três anos depois teve outro filho com o mesmo senhor, nunca conseguiu abrir toda a verdade para os avôs, e família, se sentia culpada.
E a culpa a levou se confrontar com os danos que isto causou na vida do filho, procurou casas espíritas, uma delas tratou como passageiro, sem conselhos, e obsessão do marido, mais tarde como todos os doentes deste mal, teve depressão e síndrome do pânico, e o filho ao crescer se tornou um verdadeiro feitor do pai e da mãe, que segundo o psiquiatra que o trata até o hoje, e afirmação da própria mãe, além dos ataques paternos, acabou se apaixonando pela mãe, escudeira, em tese defensora, mas tão agressora quanto o pai.

Conforme a tensa reunião seguia, fomos saber que fora o pai beber,e ele o pai tinha sido vítima de abuso na família, e soubemos ainda que a mãe, num determinado dia, também participou para tirar o filho da mão do agressor de uma tarde de amor, com o filho, o que levou o filho a uma relação afetiva com ela, complicando espiritualmente toda a história da família em questão.

Caso 2:

Na segunda historia temos uma sobrinha, cujos os pais milionários, se mudaram, e ela foi morar com a tia, que mais tarde aos 09 anos, tratou de entrar na vida da garota de forma aguda.
Até que a menina aos 16 anos procurou uma casa espírita, e os pais, para denunciar o fato, mas como houve em parte deste caminho um certo acordo, juridicamente nada ocorreu, a tia se mudou para Miami, Flórida, os pais voltaram, e a menina hoje com 40 anos nunca conseguiu se relacionar de forma positiva com alguém, segundo o depoimento, frequentou 5 casas espíritas na Capital e no interior, voltou a igreja,e nao achou uma solução.

Caso 3:

No terceiro caso vemos um menino de 07 anos, sua irmã de 10 anos, uma mãe, depressiva, perturbada  em jogos de fantasia, que descoberto pelo pai, acabou sendo segredo de família, até ele ter câncer  e procurar ajuda numa casa espírita de Santos, sua culpa maior, foi ter concordado para salvar a família, EM ACOBERTAR  A MÃE, NESTE CASO dos irmãos, lucidamente só a filha sobreviveu, e hoje faz atendimentos como psicologa para pessoas vitimas de agressões deste tipo.
Caso 4:

No quarto caso que tive acesso, é de uma menina hoje com 39 anos, mãe de 03 filhos, um casamento perturbado, uma relação secundária com padrasto, enfim traumas todos, no entanto dentro dela não, muito embora o tal casamento, que já chegou ao seu final, e que ela tem dificuldade mesmo tendo os filhos de obter prazer dentro da relação.

Sua história começa com o abandono da mãe, mediante um homem tido como aventureiro e mulherengo que era seu pai, a casa onde ela ficou dos 7 aos 15 anos, foi a do pai.
A menina desde os 5 anos, ela se acostumou ao bordel que o pai colocou em casa, mulheres diferentes, nomes, hábitos, até que um dia numa noite de solidão se aproximou da própria filha e começou a se relacionar com ela.

De acordo  com seu depoimento a esta reportagem e matéria, o medo foi até a quinta ou sexta vez, a partir dos 08 anos, se apaixonou pelo pai, ver tantas mulheres atrás dele, e ele dependente do 'amor' que dava a sua filha de forma doentia e perturbada  regada a álcool  e a inúmeras vantagens financeiras, pelo silêncio.
Sua culpa maior veio depois dos 10 anos quando assumiu a função de amante do pai, e exigia dele, tudo, vantagens, dinheiro, poder, viagens em troca do silêncio.
Aos 14 anos foi viver com a mãe, e viveu de novo o ataque agora pelo padrasto, já era acostumada, e sentia falta do pai que a deixara para uma vida normal.
Os danos emocionais, físicos, afetivos, de vida foram todos.
Hoje o pai vive no interior da Bahia, a mãe em Goiânia, e ela no litoral de São Paulo, lá pelos lados norte, A DOUTRINA NÃO CONSEGUIA AJUDAR, PRIMEIRO FOI TRATADA COMO OBSESSIVA, DEPOIS COMO FIGURA DE UM TRABALHO DE MACUMBA, E A FALTA DE ORIENTAÇÃO A LEVOU AO DESESPERO, ATÉ ACHAR UMA CASA QUE FEZ TODO O TRABALHO, ESPÍRITA, PSICOLÓGICO, E UM AMIGO, QUE LHE APOIOU NO ENTENDIMENTO DOS FATOS.



Quantos casos, temos similares aos quatro aqui contados de forma muita resumida?
Milhares, em alguns centros estão até proibindo este tipo de confissão por não saberem o que orientar ao filho, filha, pai ou mãe, ou seja, muita gente pela lei não quer se envolver com situações, que podem gerar uma morte, um trauma, e acreditam que o silencio é o melhor caminho.

Certa vez em debate com um dirigente espírita, ele me dizia que existem coisas que o tempo conserta, porém os lares afetados acabam sendo criadores de novos perturbados, e dando impunidade.

A obsessão sexual, é também uma obsessão espiritual, porém uma leva a outra, se tratado, se enfrentado de frente pode se achar uma solução, ou se viver num lar dominado por espíritos do campo Umbralino, ou da faixa terra terra, como encontramos em locais de sexo, e outros do tipo.
Alguns filhos vão a centros e pedem ajuda alguns recebem, que o melhor conselho é esquecer, rezar, e viver.
Para alguns talvez seja, até porque se escapa da justiça dos Homens, NUNCA DA JUSTIÇA DE DEUS.
No entanto os dirigentes, médiuns videntes tem problemas em enfrentar casos assim, porque sempre a orientação é separar, e isto leva a decisões complicadas, que nem quem orienta quer, e muitas vezes nem o assistido quer.


A espiritualidade adverte não é, Jesus sempre dizia que o escândalo  era necessário, mas ai daquele que o promove-lo.?
Claro que nestes assuntos não se trata de promover, mas de corrigir, e punir na justiça dos homens, verdadeiros doentes mentais, porque a punição no plano de DEUS, SERÁ MUITO, MUITO RIGOROSA, COMO JÁ AFIRMAMOS AQUI, AO LONGO DA MATÉRIA.


E certamente de acordo com o desastre dentro da família novas vitimas, já que os netos serão também assediados agora pelas vítimas em maioria dos casos, e obsediados pelos mesmos espíritos, quando da passagem esta carga todo física e espiritual vai junto.

Muitas vezes o isolamento dos filhos perante estes pais, é uma punição, mas, como a pesquisa provou, muitos ficam junto para a cura do pai e da mãe, e não conseguem, neste momento vemos espíritos já desencarnados, assediando os autores, e as vítimas, no mesmo assunto para sempre, a OBSESSÃO FICA, E COM ELA FICA O FASCÍNIO, e a loucura um dia virá.

A reparação judicial, moral, nem sempre, ajuda como um todo, é preciso se chegar a uma conclusão da real capacidade de aceitação, e trabalhar isto de forma muito dura e direta.

Abusos em família podem apresentar migração de sexo, em nome deste abuso, e do que é pior o silêncio da mãe, ou mesmo do pai, uma vida de traições conjuntos nasce dentro da família, e ela se acaba com o tempo, deixando muitos doentes e milhares de espíritos preso nesta corrente punitiva futura.
Não é fácil decidir, se o agressor for o pai, os filhos e a mãe devem tomar a decisão em conjunto, com apoio psiquiátrico  espiritual, de direito, afinal para se reparar um erro estará se mexendo numa estrutura que poucos tem coração, mente e coragem para enfrentar.

O perdão, tem que ser dado ao pai ou mãe agressor, ou quando é ambos, o isolamento é o caminho mais salutar em tese, até que as chagas comecem a secar, algo que levará anos.

O sexo é lindo e maravilhoso, porém é um tormento numa mente depressiva, os valores mudam, tudo muda.
Pedofilia é crime sem fiança, e mesmo passado muitos anos se provado, os autores se punidos irão apenas repor na justiça dos homens uma parte, e na parte de Deus e da espiritual terá que haver um processo complicado de perdão, e depois.


Nas obras básicas de Kardec, encontramos como dirigentes, médiuns, uma forma muito clara nos mostrando que temos que agir com pulso forte, casos assim precisam ser tratados de forma especial, com calma, porque os danos podem ser grandes.
Isto envolve a equipe espírita que vai assistir, o médium e o dirigente, afinal todos possuem famílias, e os conceitos pessoais podem atrapalhar, se não seguir a base clara da doutrina.

A cerca de 09 anos ouvi de uma pessoa as primeiras informações sobre um caso, em sua família, cerca de três anos depois de posse de muitas informações, procurei ajudar, no entanto a agressão aos filhos, vinha da propria mãe, e do pai, e eles resolveram manter em segredo, não abrir, fechar em mundos onde os gritos do silêncio chegam a doer nos próprios espíritos que os atormentam.

Para mim toda vez que pude ler, e participar para entender a história original que conheci, foi uma oportunidade de entender e chegar a este texto, para ajudar as vítimas novas.

Neste caso específico, existe hoje uma vida em concordância de todos, com sérios riscos para o período da terceira idade do casal, e quando os envolvidos agora jovens se casarem.


Que agressores deste tipo se lembrem da cena do que é o Umbral, é para onde irão, para enfrentar as responsabilidades do que fizeram, a cena acima do filme Nosso Lar, mostra o artista que fez André Luiz, quando esteve na terra da escuridão e dos espíritos errados, por outros motivos, mas, mesmo local onde irão os doentes de sexo, os alucinados e os agressores de filhos ou crianças indefesas.
Em lares que passam por esta difícil experiência mesmo que se separem, ou fiquem juntos, todos os envolvidos, precisam da realização diária do evangelho no lar, não para amenizar os erros cometidos  mas para afastar os espíritos que ficam anos e anos dentro destas casas, ou na companhia  é um trabalho complexo de reforma de tudo que aconteceu.
Reforma onde só o perdão não basta, é preciso haver consciência para a reestruturação dentro do que for possível.

André Luiz espírito que sofreu com o sexo pós morte, e na vida sobretudo, fala que o sexo de uma forma geral é preciso ser tratado, de forma suave, porque os danos a mente como diz também Divaldo Pereira Franco, são maiores do que os erros ao corpo, e logo no perispírito os danos serão levados para outro vida.

A questão do tema aqui é profunda, demais para este texto, ao nos defrontarmos, com casos como os acima, usemos o princípio básico desta doutrina amor e perdão, porém com responsabilidade, porque este tipo dano é pior que o adultério, muito embora as religiões, falem pouco, pelo desconforto de como enfrentar em conjunto com a família atingida.

O problema é ofertar uma solução que seja aceita por todos, autores, espíritos, e os que se consideram vítima, que não existem,.
O espírito de André Luiz deixou claro, que vítimas não existem, salvo raras excessões, porém como afirmou KARDEC  injustiças sim, e estas podem ao seu tempo serem ou não corrigidas depende de todos.

O alerta de que casos assim só aumenta, o objetivo é lembrar a todos na casa espírita que ele vem sendo dado, no entanto, agora é hora de agir  de acordo com a consciência de cada um, e com o devido perdão, e reconhecimento de erros absorvidos.

Os erros que aconteceram ou estão acontecendo se forem resolvidos, farão que a pena dos chamados crimes sexuais, ao se transformarem em crimes espirituais, permitam uma pena adequada, pois o agressor, seu cúmplice irão sofrer tanto ou mais que o atingido.



Luz e paz.


David Guilherme, 55, radialista, empresário, pesquisador da doutrina espírita codificada por Kardec, é espírita, médium, e colaborador deste blog.


sexta-feira, 29 de março de 2013

TRAGÉDIA DE SANTA MARIA NO RIO GRANDE DO SUL, NÃO FOI DESENCARNE COLETIVO PROGRAMADO




Amigos de jornada espírita, de ideal de jornada na encarnação do planeta Terra, esperei alguns meses, para falar do posicionamento equivocado de milhares de espíritas, no caso de Santa Maria, na boate KISS.

Muita bobagem foi dita por espíritas por gente até famosa sobre o caso, primeiro, li tudo, depois, fui consultar claro, médiuns videntes, médiuns técnicos e estudiosos, fui ler.
Conversei muito com meu diretor de doutrina espirita, Paschoal Nunes Filho, e ele e os demais que não cito por ter recebido a  tempo a autorização, também afirmam categoricamente, não foi nada de desencarne coletivo programado pela lei de ação e reação.

A primeira coisa nesta doutrina, ou seja o Espiritismo, é trata-la como ciência, assim exigiu ALLAN KARDEC, quando a codificou com os imortais, ele nunca a tratou como religião, ou salvação.

Nesta sexta feira Santa dos Católicos, pseuda data da morte de Jesus, até porque cientificamente não temos as datas corretas, é por aproximação que o dia é hoje, mas tratamos assim pelo evidências não comprobatórias.

Espiritismo é ciência, é a continuação da vida após a vida física, logo precisamos estudar para entender.

O que proponho neste caso de Santa Maria - RS, não é dar explicações as mortes, que só ocorreram por falhas humanas, mais de 34 pessoas estão indiciadas.
Fora eles nestas mortes são culpados  quem também frequentava aquele tipo de casa, os pais que permitiram os filhos irem, sobretudo os mais novos, bebidas, drogas, etc, tem um caminhão de responsabilidades lá, menos desencarne coletivo, menos ação do destino, menos carma, ou "tava escrito".
Li, vi, ouvi dentro da comunidade espírita, um monte de bobagem, sobretudo porque a data do ocorrido se deu perto de uma data Judaica de mortes pelo Holocausto, apenas indícios que levam a julgamentos errados.
Se a KISS estivesse localizada em Salvador - BA e não na terra dos loiros, e claros, seria o que?
Precisamos ser lógicos e técnicos e sobretudo humanos, como pediu KARDEC, e sobretudo os espíritos.
Vamos então ao que diz a pergunta da obra, ditada pelos imortais, ao mestre da doutrina, seu codificador na pergunta que se refere a isto mortes coletivas.







Flagelos destruidores

737. Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?

“Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” (744)



Dado aos senhores e senhoras, o que disse a obra mestre, vamos a outros dados importantes, no caso de Santa Maria, para equiparar, a um desencarne de acertos de contas, pela justiça espiritual e divina, precisamos de anos, da morte física de todos os envolvidos.
As 239 mortes, então precisaríamos de todos terem morrido na mesma época, data, local, e todos serem digamos expurgados em seus direitos e seus deveres de Umbral, e pós Umbral, e tecnicamente pelo que nos ensina André Luiz, no livro os Missionários, isto é impossível, se a segunda guerra terminou em 1945, se as mortes nos campos tiveram seu apice em 1944, tanto executados, como executores teriam que ter pelo menos mais de 100 anos para tal ato se equiparar em tempo, e sabemos como vimos esta semana que existem soldados Alemães vivos, este mesmo de 97 anos que escapou da morte, se ele for um dos executores dos possíveis mortos em Santa Maria, isto já seria impossível, entenderam isto?
Todos os envolvidos, depurados, sofridos, e acertados, já que não existem vítimas.





Missionários da Luz é um livro espírita, psicografado por Francisco Cândido Xavier e ditado pelo espírito André Luiz, editado pela FEB (Federação Espírita Brasileira) em 1945. É um relato de experiências pessoais vividas por André Luiz no Plano Espiritual, em sua grande maioria acompanhado por Alexandre, seu "instrutor".
Esta é a terceira obra da série do autor espiritual André Luiz, chamada de Série André Luiz composta de 16 livros. A Série André Luiz pode ser subdividida em duas partes: Coleção A Vida no Mundo Espiritual e Obras ComplementaresMissionários da Luz é também a terceira obra daColeção A Vida no Mundo Espiritual.
Neste livro, André Luiz desvenda os segredos da reencarnação através da tarefa dos Espíritos missionários encarregados do processo do renascimento. É explicado que a morte física não é o fim e destaca a importância do esforço próprio na luta pelo auto-aperfeiçoamento. Em vinte capítulos é discorrido sobre a continuação do aprendizado na vida espiritual, o perispirito como organização viva moldando as células materiais, a reencarnação orientada pelos Espíritos Superiores e aspectos diversos das manifestações mediúnicas. É ensinado, neste livro, que a Providência Divina concede sempre, ao homem, novos campos de trabalho, através da renovação incessante da vida por meio da reencarnação.
Uma das partes mais instrutivas do livro, é quando é descrito o processo reencarnatório detalhadamente. André Luiz acompanhou de perto tudo isso, desde o desenho do corpo, sua modelagem, feita pelos espíritos Construtores e sua inserção no ventre materno.
Missionários da Luz está incluído entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura".




Não podemos comparar SANTA MARIA - RS, com as mais de 500 mortes em Niteroí em 1961, vejamos a história daqueles fatos, 

voltemos então ao Rio, em 1961.

A montagem do circo demandava tempo e muita mão-de-obra. Danilo contratou perto de cinquenta trabalhadores avulsos para a montagem. Um deles, Adílson Marcelino Alves, o Dequinha, tinha antecedentes por furto e apresentava problemas mentais. Ele trabalhou dois dias e foi demitido por Danilo Stevanovich. Dequinha ficou inconformado e passou a ficar rondando as imediações do circo.
No dia da estreia, 15 de dezembro de 1961, o circo estava tão cheio que Danilo Stevanovich mandou suspender a venda de ingressos, para frustração de muitos. Nessa noite, Dequinha tentou entrar no circo sem pagar, mas foi visto e impedido pelo tratador de elefantes Edmílson Juvêncio.
No dia seguinte, 16 de dezembro, um sábado, Dequinha continuava a perambular pelo circo e começou a provocar o funcionário Maciel Felizardo, que era constantemente acusado de ser o culpado da demissão de Dequinha. Seguiu-se uma discussão e Felizardo agrediu o ex-funcionário, que reagiu e jurou vingança.
Na tarde de 17 de dezembro de 1961, Dequinha se reuniu com José dos Santos, o Pardal, e Walter Rosa dos Santos, o Bigode, com o plano de colocar fogo no circo. Eles se encontraram num local denominado Ponto de Cem Réis, na divisa do bairro Fonseca com o centro, e decidiram botar em prática o plano de vingança. Um dos comparsas de Dequinha, responsável pela compra da gasolina, advertiu o chefe da lotação esgotada do circo e iminente risco de mortes. Porém, Dequinha estava irredutível: queria vingança e dizia que Stevanovich tinha uma grande dívida com ele.
Com 3000 pessoas na plateia, faltavam vinte minutos para o espetáculo acabar, quando uma trapezista percebeu o incêndio. Em pouco mais de cinco minutos, o circo foi completamente devorado pelas chamas. 372 pessoas morreram na hora e, aos poucos, vários feridos morriam, chegando a mais de 500 o número de mortes, das quais 70% eram crianças. A lona, que chegou a ser anunciada como sendo de náilon, era, na verdade, feita de tecido de algodão revestido de parafina, um material altamente inflamável.[2]
Com base no depoimento de funcionários do circo que acompanharam as ameaças de Dequinha, ele foi preso em 22 de dezembro de 1961. Os cúmplices Bigode e Pardal também foram presos.
Em 24 de outubro de 1962, Dequinha foi condenado a dezesseis anos de prisão e a mais seis anos de internação em manicômio judiciário, como medida de segurança. Em 1973, menos de um mês depois de fugir da prisão, ele foi assassinado. Bigode, por sua vez, recebeu dezesseis anos de condenação e mais um ano em colônia agrícola. Finalmente, Pardal foi condenado a quatorze anos de prisão e mais dois anos em colônia agrícola.

Agora leremos a posição do blog, "Desencarnes Coletivos" neste assunto, que foi abordado por Chico Xavier em 1962, um ano após a tragédia.

DESENCARNE COLETIVO


PENAS TEMPORAIS - O PORQUÊ DO DESENCARNE COLETIVO.
Christiano Torchi - Revista Reformador/FEB - Dezembro 2012

(Nada há de acaso ou fatalidade.  Muitas vezes espíritos endividados por terem conjuntamente causado o sofrimento de outros irmãos escolhem esse tipo de prova para resgatar débitos muito antigos. Ninguém escapa ao reajuste da Lei de Causa e Efeito. O texto abaixo é muito esclarecedor. Oremos pelos que retornaram nessas condições. Paz.)




 Humberto de Campos, notável escritor brasileiro, desencarnado em 1934, descreve, sob o pseudônimo “Irmão X”, em obra psicografada pelo médium Fran
Penas temporais
 Francisco Cândido Xavier (1910-2002), lamentável episódio ocorrido, no ano 177 da Era Cristã, na cidade de Lyon, situada em antiga província romana da Gália, em que “mais de mil pessoas, ávidas de crueldade”, cooperaram com sinistro plano de levar à arena “largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas”, as quais, “no fim de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria”. Finalizando a viva narrativa, Humberto de Campos arremata:
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento...

Entretanto, a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.1
Esses dois impactantes eventos, ocorridos em lugares tão distantes um do outro, no espaço e no tempo, nos fazem refletir sobre as causas das provas experimentadas pelos Espíritos no estado de encarnados, também chamadas “penas temporais”. Da choupana ao palácio, ninguém está livre dos sofrimentos inerentes ao estágio evolutivo da Terra, orbe de provas e expiações, onde cabe a todos cumprir sua parte na obra da criação e onde a indefectível justiça divina se faz por intermédio da lei de causa e efeito.

Os sofrimentos podem ser de natureza física e/ou moral e atingem indiferentemente os Espíritos encarnados. Os desencarnados, porém, por estarem desprovidos do corpo material, sofrem apenas dores morais, muito embora tais padecimentos sejam, muitas vezes, superlativamente mais pungentes do que os experimentados pelos chamados “vivos”. Já os “mortos” nessas condições, ainda inscientes de seu desenlace, experimentam tais aflições como se ainda estivessem na carne.
Os sofrimentos que atingem os Espíritos em estágio na vida material geralmente decorrem da expiação de erros praticados em encarnações anteriores, expiação essa que, via de regra, é escolhida livremente por eles próprios antes de retornarem ao corpo físico. Há sofrimentos, porém, que não derivam de erros praticados no pretérito reencarnatório: são apenas consequências inevitáveis da conduta do homem em sua existência atual, em virtude do seu caráter inferior.
A expiação é a pena imposta ao infrator das leis divinas. O sofrimento causado por essa pena é a oportunidade do resgate dos erros, que conduz à redenção espiritual. Já a provação é o teste que avalia o aprendizado na estrada da edificação espiritual.
Há casos em que os Espíritos ainda não estão aptos para escolher as provações pelas quais expiarão seus erros, em virtude de falta de evolução ou de merecimento, hipóteses em que as provas são impostas compulsoriamente.
Ressalve-se, porém, que nem todo sofrimento experimentado pelos Espíritos constitui expiação ou resgate de atos passados. Muitas vezes, o Espírito escolhe provas difíceis com o objetivo de progredir mais rapidamente. Por isso se diz que toda expiação é uma prova, mas nem toda prova é uma expiação.2
À medida que o Espírito se purifica, põe-se em condições de habitar outros orbes mais evoluídos, ascendendo, de forma gradual e irreversível, à perfeição. Eis a instrução de Kardec, com fundamento no ensino dos Espíritos superiores, a respeito desse tema:
Nos mundos onde a existência é menos material do que na Terra, as necessidades são menos grosseiras e menos intensos os sofrimentos físicos.
Os homens desconhecem as más paixões que, nos mundos inferiores, os fazem inimigos uns dos outros.Não tendo nenhum motivo de ódio nem de ciúme, vivem em paz, porque praticam a lei de justiça,amor e caridade. Não conhecem os aborrecimentos e os cuidados que nascem da inveja, do orgulho e do egoísmo e que constituem o tormento de nossa existência terrestre.3
Não podemos perder de vista que estamos reencarnados num mundo inferior, nele retidos em virtude de nossas imperfeições. Toda vez que formos atingidos em nossos interesses mais caros, sejam eles morais ou materiais, lembremo-nos da advertência que vem do Alto:
[...] Aquele que se elevar, pelo pensamento, de modo a abranger toda uma série de existências, verá que cada um recebe a parte que merece, sem prejuízo da que lhe tocará no mundo dos Espíritos, e que a justiça de Deus nunca se interrompe.4
A partir desse entendimento, é lícito deduzir que, se pertencêssemos a um orbe mais adiantado, não passaríamos por essas provações e que só depende de nós o acesso a esses mundos melhores, desde que trabalhemos pela nossa elevação. Enquanto não estiver bastante adiantado, o Espírito continuará reencarnando na Terra.
Entretanto, mesmo merecendo a ascensão para um mundo melhor, o Espírito que não completou determinada missão pode pedir uma nova existência na Terra para concluí-la, circunstância em que tal existência não representará para ele uma expiação.
Aquele que, mesmo sem praticar o mal, nada fez para se melhorar, permanece estacionário em seu progresso, prolongando os sofrimentos decorrentes de sua expiação.
Sem a atividade, sem o trabalho na causa do bem, não há progresso moral. Essa é a razão pela qual os benfeitores advertem:
[...] A soma da felicidade futura é proporcional à soma do bem que tenha feito; a da infelicidade está na razão do mal que haja praticado e das pessoas a quem tenha infelicitado.5
Todo aquele que, pelo seu caráter, for causa de infelicidade a outrem também experimentará na mesma proporção o mal que tenha feito o outro sofrer. Daí a importância de ficarmos atentos às nossas atuais tendências, que são indícios do mal que precisamos corrigir em nós:

O homem traz consigo, ao nascer, aquilo que adquiriu; nasce como se fez. Cada existência é, para ele, um novo ponto de partida.
Pouco lhe importa saber o que foi antes: se é punido, é porque fez o mal. Suas atuais tendências más indicam o que lhe resta corrigir em si próprio e é nisso que deve concentrar-se toda a sua atenção, pois, daquilo de que se corrigiu completamente, não restará mais nenhum sinal. As boas resoluções que tomou são a voz da consciência, que o adverte do que é bem e do que é mal, dando-lhe forças para resistir às tentações.6
É por intermédio das provações bem suportadas, nas diversas encarnações, que os Espíritos adiantam-se na senda do progresso, superando suas imperfeições, e, por meio das expiações, quitam suas faltas e se purificam:
[...] Aquele, pois, que sofre muito, deve reconhecer que muito tinha a expiar e alegrar-se à ideia de ser logo curado. Depende dele, pela resignação, tornar proveitoso o seu sofrimento e não lhe estragar o fruto com as suas impaciências, pois, do contrário, terá de recomeçar.7
Em suma, as penas temporais dizem respeito às expiações e às provações pelas quais os Espíritos encarnados passam, com o objetivo de resgatarem suas faltas e progredirem.
Se o mal e o sofrimento ainda prevalecem na Terra, não devemos culpar a ninguém senão a nós mesmos, todavia, não estamos desvalidos dos recursos divinos para modificar esse estado de coisas, os quais atestam a misericórdia e a bondade do Criador, que jamais fecha a porta ao arrependimento e à recuperação de seus filhos que somos todos nós.
CHRISTIANO TORCHI
Referências:
1XAVIER, Francisco C. Cartas e crônicas. Pelo Espírito Irmão X. 13. ed. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2012. Cap. 6.
2KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 1. reimp. (atualizada). Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 5, it. 9.
3______. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. Comentário de Kardec à q. 985.
4______. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 1. reimp. (atualizada). Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 5, it. 7.
5______. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2011. Q. 988.
6______. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 1. reimp. (atualizada). Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 5, it. 11.



Os senhores então entenderam que no caso de Santa Maria - RS, faltam anos, séculos de ajustes, encontros, depoimentos no plano espiritual

Vejam que não se pode no caso do Rio de Janeiro, comparar, ali uma pessoa com ódio, provocou as mortes, já agora no caso  

de Santa                  
Maria, haviam erros que se fossem sido evitados, NINGUÉM TERIA MORRIDO, a começar das autoridades públicas, muiita gente,  

errou, não é RESGATE, QUEM QUER VENDER LIVRO, SER ACESSADO, afirmando isto não conheceu os PROCEDIMENTOS 

que o plano espiritual, tem para este tipo de ajuste, aliás segundo NOVAS REVELAÇÕES, DO PLANO ESPIRITUAL, este sistema

já é superado, o plano espiritual, pelo tempo que a Terra precisa para se reformar mudou regras.





O fogo, não mudará erros, sentir a mesma dor, não será mais necessário as punições serão mais fortes, mais duras, em outro 

outro planeta, serão exilados os responsáveis, e não sentiram a mesma forma, e sim de forma mais dura com distâncias de 

espíritos amados, amigos, enfim ajuste técnico, e não igual.


O assunto é complexo, não é fácil achar textos claros, porque muitos ESPÍRITAS SE APROPIARAM DE CONHECIMENTOS, PARA 

CONFUNDIR AS PESSOAS.

Se antes de dar opiniões técnicas todos lerem e entenderem as obras básicas, e lerem o que escreveu André Luiz, veremos que 

tudo é um grande equivoco, não existe resgate em SANTA MARIA, PODIA REPITO TER SIDO EVITADO, ANTES DE ESCREVER

TERMINAR ESTA MATÉRIA, CONSULTEI PASCHOAL NUNES FILHO, PARA SABER SE ESTAVA ERRADO, ELE TEM UM 

ESTUDO SOBRE O CASO ACIMA, E TAMBÉM CONCORDA QUE DEVEMOS TER CAUTELA, ATÉ PORQUE O PLANO 

ESPIRITUAL NÃO CONFIRMOU NADA, E SANTA MARIA DEVE SER LEMBRADA COMO LIÇÃO E NÃO AJUSTE DE CONTAS, 

lição de erros humanos, familiares, e não DE DEUS.





David Guilherme, 55, é radialista, espírita, pesquisador da doutrina espírita, e colabora com o este blog.



quinta-feira, 28 de março de 2013

FAMÍLIA - PROBLEMAS DENTRO DELAS


Hoje estive no centro espírita aqui em Orlândia e assisti a uma palestra que foi muito importante para mim. Por este motivo resolvi escrever este texto.

Primeiro gostaria de conceituar família:

"Designa-se por família o conjunto de pessoas que possuem grau de parentesco entre si e vivem na mesma casa formando um lar. Uma família tradicional é normalmente formada pelo pai e mãe, unidos por matrimônio ou união de fato, e por um ou mais filhos, compondo uma família nuclear ou elementar.
A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento dos mesmos no meio social. O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização da criança, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações.
O ambiente familiar é um local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo o tipo de apoio necessário na resolução de conflitos ou problemas de algum dos membros. As relações de confiança, segurança, conforto e bem-estar proporcionam a unidade familiar.
Além da tradicional estrutura familiar denominada nuclear ou elementar, as transformações sociais e culturais, proporcionaram a existências de diferentes estruturas familiares."http://www.significados.com.br/familia/
No conceito é lindo, imaginamos uma família ideal onde todos se amam, se respeitam, dando risadas e se abraçando mas não é isto que realmente ocorre normalmente as famílias são assim:


Agora pergunto qual o motivo destas brigas e desavenças ?
Temos pais, irmãos, tios, primos, etc e não os suportamos, muitas vezes achamos que somos pessoas totalmente estranhas a nossa família, que não temos afinidade com estas pessoas que vivemos a vida inteira e muitas vezes não temos como nos separar delas.
Vamos analisar sobre a ótica espírita e ver o que o espiritismo pode explicar sobre o assunto:
Quando estamos nos preparando para reencarnar fazemos um planejamento onde definimos quem será o nosso pai e nossa mãe, quem será nosso irmão e assim por diante.
Antes de nascermos elaboramos um planejamento onde muitas vezes imploramos para que possamos nascer em nossa família, para termos a oportunidade de resgatar dividas que temos com nossos parentes.
Após uma  vida inteira reclamando de nosso familiares retornamos ao mundo espiritual e vemos que perdemos a oportunidade unica de nos reconciliar com nossos parentes.
É fácil conviver com amigos, pois os escolhemos durante a nossa vida por afinidade, e se não quisermos mais a amizade basta afastar estas pessoas pessoas de nosso relacionamento enquanto a família é difícil.
Concluindo se temos dificuldade de relacionamento com nosso irmão, nossos país vamos aproveitar a oportunidade desta encanação,  pois provavelmente não teremos outra oportunidade tão cedo.

A família é o principal objetivo desta encarnação nossos irmão, nossos pais, primos, tios todos estão em nosso planejamento para nos ajudar ou para nos reconciliar.

Um abraço a todos,

Gregório







terça-feira, 26 de março de 2013

SEXO ENTRE MEDIUNS ANTES OU DEPOIS DOS TRABALHOS






Estimados amigos de jornada espírita, de ideal, amigos do planeta Terra, mais uma vez aqui estamos para falar um pouco do nosso dia á dia, refletirmos sobre esta doutrina maravilhosa a do Espiritismo.
O tema de hoje mais uma vez não é só conduta de médiuns, mas como de fato agir.
No jardim do amor, todos os espíritas sejam médiuns ou não vivem em larabedas de desejo, o ponto se tornou que influência temos ao darmos energia espiritual, magnética após uma tarde de amor, e o que agregamos em faze-lo após os trabalhos espiritas.





Allan Kardec em suas obras básicas não pede aos médiuns nenhum tipo de modificações, antes dos trabalhos dos médiuns, claro que mestre Kardec falava á cerca de 158 anos, quando o comportamento moral, social e dos médiuns era outro.



Fizemos pesquisas sobre o assunto em blogs que divulgam a doutrina num delas achamos um texto sobre a temática eis aqui, a parte que fala o espírito de Miramez, quero lembrar que estamos falando de desejos e comportamento de médiuns, e se devemos e podemos como médiuns fazer sexo antes ou depois de um trabalho espírita, mas para analisarmos isto vejamos esta posição que companheiros trouxeram no texto de Miramez., ao trazermos quero apenas mostrar uma visão que depois deva ser colocada na decisão de escolha do médium, primeiro vamos ao texto, depois ao complemento.


As sensibilidades aguçadas de um sensitivo tornam-no mais afetivo. Em torno de si, provavelmente o sexo oposto encontre guardiã para suas preocupações, demonstrando confiança, sem que disso participe, mais diretamente, a razão. Eis porque o médium deve ser educado em todos os sentidos, para corresponder ao amor e às confidências que sente e ouve dos seus admiradores, sem macular os princípios da moral, ajudando-os na medida da sua capacidade. Convida-nos o bom senso a que respeitemos os direitos alheios. Foge das cogitações cristãs o abuso das fraquezas dos outros. Mediunidade é responsabilidade, exercendo deveres perante os semelhantes e Deus. Cada medianeiro é um posto de socorro do Céu, que se estende à Terra. É a palavra do Senhor, na feição do Cristo, para que o os homens se unifiquem dentro da fraternidade.
Tratamos aqui, mais diretamente, do sexo e da função mediúnica. Há pessoas que têm temores de pensar no sexo, de falar nele, e certamente, de conviver com o sexo oposto; e há outros que se envolvem em demasia na prática destes assuntos. São regimes de vidas opostos, com desequilíbrios visíveis. Não há mal algum nas coisas feitas por Deus. O erro, se existe, está no modo pelo qual se sentem e se vivem as situações. Se cremos na Boa Nova, meditemos na opinião acerca da pureza, que Paulo registrou, em Epístola a Tito, 1:15, expressando assim:Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro, porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas.
A tendência da grande maioria dos seres humanos é o desequilíbrio moral, espiritual e físico, e nesse nível espiritual, comparam-se a crianças, que imprescindem da ajuda dos pais. Por isso, todas as doutrinas auxiliam aos seus profitentes, com proibições necessárias à sua ascensão espiritual. A Doutrina Espírita é mais liberal, por falar à juventude. Há Espíritos mais livres, que já podem, de certa forma, caminhar com os próprios pés. É por isso que assim falamos.
Mediunidade disciplinada não exclui o sexo: educa-o. Não foge das tentações: vence-as. Não se escandaliza com propostas irreverentes: responde com serenidade, vivendo os preceitos do Cristo. Nas boas maneiras de um médium cristão configura-se em maior escala, o respeito aos seus semelhantes. E, para que se faça a sintonia entre duas ou mais pessoas, Jesus deve permanecer no meio, com a nossa aquiescência, para que a dignidade prevaleça.
As mensagens deste livro são enviadas para uma gama de Espíritos que são, poderemos dizer, escolhidos. Não os escolhidos no sentido antifraterno da palavra, mas aqueles já dotados de compreensão conferida pelo tempo e experiências na escola da Terra. Esses compreenderão as entrelinhas do que queremos dizer, individuais, de acordo com as necessidades. Poderemos adornar nossos seres com a candidez da pureza, da tranqüilidade, do amor, no seu mais alto conceito. No entanto, somente o consegue quem está desamarrando os laços da ignorância, que o mantinha preso.
Médium! Usa as tuas forças para combater o medo, sem que ele se transforme em violência. Usa as tuas forças para combater o egoísmo, sem que ele se transforme em desleixo. Usa as tuas forças para combater o ódio, sem que ele transforme a tua personalidade em joguete dos vadios. O caminho melhor é o usado pelos antigos sábios e os famosos santos – o do meio, que coloca em função divina tudo o que for criado por Deus. se a tua missão como médium precisa do casamento, não temas. Casa, que por certo farás o  melhor. Se a tua tarefa não inclui o matrimônio, aceita-a com alegria, que os teus serviços multiplicarão os teus talentos. Se ainda duvidas, eis o conselho abaixo:
"Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado."
Miramez
Por João Nunes Maia
Livro: Médiuns




Jesus, o meigo rabi da Galileia nunca condenou o sexo, nem a sexualidade, mas eram outros tempos, tempos aliás que o sexo era muito mais aguçado até pela falta de cultura, pela falta digamos uma forma mais específica para o termo amor, com raras excessões.

O que devemos entender é que hoje em dia o médium é o mais perseguido, pela espiritualidade vencida pela vida normal, e todos os erros que vemos partem da sexualidade em excesso que a sociedade atual está vivendo em especial as mulheres em seu novo momento.



Atitudes equivocadas de médiuns, que antes de se dedicarem a doutrina eram recolhidos no campo sexual, sejam marido e esposa, casais novos, gays, porque hoje temos médiuns gays, enfim, e  como devemos conduzir esta tarefa de vida e de compromisso, pois os recolhidos estão atiradinhos e os atiradinhos estão recolhidos, é preciso se achar a conduta correta.

Erros no campo sexual é o que mais perseguirão os médiuns sejam mulheres ou homens, e a partir disto eles nossos amados médiuns precisam perdoar a si mesmo para perdoar de fato, tudo que envolve este assunto que os coloca mais forte diante de tudo, digo, as tentações, e os momentos que se entregam a carne, mas policiar sua vida, em dias de jornada espírita.
Necessario dizer que o sexo, é vida, sexo é amor, sexo, é tão normal quanto um beijo ou um abraço, só que mais intenso, e clinicamente mais agudo nas perdas de energia

Hoje neste dia 26 de Março de 2013, a página do Espiritismo On line trouxe este texto que promovi em debates com dirigentes espiritas conceituados, e nos trouxe a oportunidade de escrever em nosso blog o tema em questão, os companheiros de doutrina postaram o seguinte:
 
 
Perguntas & Respostas



Por que normalmente aconselham que se deva abster-se de relações sexuais antes de tais reuniões(tratamento pespiritual)?

- Ainda: depende do caráter da reunião. Quando o homem se relaciona sexualmente,em se tratando de um relacionamento sadio e equilibrado, existe uma troca de energias que tendem a equilibrar o casal em suas emoções e sentimentos, mas igualmente ficam impressos na atmosfera psíquica de cada um, embora meus irmãos não percebam, muitas imagens mentais relativas ao ato praticado anteriormente. É como se os fluidos ou a aura do casal ficasse impregnada das imagens que criaram durante a realização do ato.

Normalmente, não conhecemos quem, dentre meus irmãos, tenha condições de desfazer esses clichês mentais com sua própria vontade, pois são muito fortes tais imagens, devido a intensidade das energias movimentadas durante o relacionamento íntimo e que impregnam a atmosfera psíquica do indivíduo. Para se evitar interferencias em reuniões que manipulam ectoplasma de forma mais abundante, e pela própria natureza desse ectoplasma, que é muito sensível aos pensamentos que são emitidos, procura-se orientar os participantes para que evitem algum relacionamento durante algumas horas que antecedem a reunião, afim de não influenciarem, mesmo que inconscientemente, o resultado da mesma, pois, em alguns casos, já tivemos dificuldades em manipular tais recursos para desfazer ou diluir as imagens impressas em torno de muitos companheiros, 
relativas às energias que trocaram durante o ato conjugal.


 Facilita muito para os manipuladores desencarnados quando há compreensão e cooperação por parte dos meus irmãos.

As nossas tarefas poderão transcorrer com mais facilidade se houver cooperação, mas, em caso contrário, não significa que não realizamos, apenas que teremos que promover o saneamento da atmosfera mental daqueles que participam destas reuniões, o que poderiam ser aproveitadas no tratamento de companheiros necessitados.


As energias sexuais são muito intensas e na Terra não existe ainda quem possa   trabalhar essas energias com equilibrio desejado e, considerando a força plasmadora do pensamento e a facilidade dos fluidos em se impregnarem pelos mesmos, poderão meus irmãos imaginar como ficam impregnados esses fluidos com as criações mentais, principalmente quando tais imagens são acompanhadas de emoções fortes, quais as que são vivenciadas durante o ato sexual.

Espírito: Joseph Gleber - Medicina da Alma, pág 215


O que precisamos analisar é a posição do mestre Kardec, ou seja, todo médium deve manter sua vida em normalidade, claro que isto se diz em dias de trabalhos, em calma, meditação, preces, longe de discussões, alimentação normal, mas sem excessos, longe de bebida alcoolica, não existe uma regra sobre o sexo, mas o bom senso do esposo, da esposa, dos casais, dizem que se vão doar plasma, informações e energia seria bom, não envolver-se na energia do sexo antes dos trabalhos, mas isto é de cada um.
Não existe a regra do não, é como um jogador fazer sexo antes do jogo, pode melhorar ou piorar sua condição, no campo físico, no campo espiritual, sabemos que na vida espiritual o sexo continua, claro que para ele ser atingido lá, em todo seu esplendor, é um outro momento, o que pedimos aos parceiros casados ou não, é que se mantenham dentro de um comportamento normal.

Não podemos criar monstros, outro dia na Igreja Católica, vimos um grande mestre dizer que se um cardeal, ou um padre treinado para a solidão é queimado pela labaredas do desejo, claro que qualquer pastor, médium, dirigente viverá esta situação, sobretudo o espírita.
 
A questão não está no sexo, está em como faze-lo num dia de doação, de estudos, de ajuda, mas que não existe proibição dos imortais, não existe, o que sempre existirá é o bom senso, de que hora fazer, e que sexo fazer, e que sempre os médiuns entendam que pelo chacra do sexo, pela energia do sexo como dizia André Luiz, ele medium será atentado, por isto, na minha opinião basta colocar bom senso, no pós trabalho pessoalmente não vejo problema, antes é uma questão pessoal, não doutrinária.


David Guilherme 55, radialista, espírita, médium, pesquisador da doutrina espírita de Allan Kardec, é colaborador deste blog, que hoje se aproxima das 40 mil pessoas, divulgando a doutrina espírita pelo Brasil e pelo Mundo